sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Férias.

Às cegas, às tontas, tenho feito o que acredito, do jeito talvez torto que sei fazer. (Caio F.)

Além do horizonte deve ter.

Retrovisor mostra meus olhos com lembranças mal resolvidas. (TM)

E talvez nem seja preciso coragem. Talvez seja necessário apenas um breve impulso, como aquele que me fazia mergulhar de repente na água gelada do açude da fazenda. E eu nem era corajoso por fazer isso, apenas tinha esquecido por um instante de mim, de meu corpo. (Caio F.)

E depois, olha! Vês, lá longe, o campo de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelo cor de ouro.
...

(...) E então serás maravilhoso quanto me tiveres cativado. O trigo que é dourado fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento do trigo. (O Pequeno Príncipe)

Sustente-se.

Que bom que todo dia fosse sempre assim.

E nos esquecemos da cor que tinha o céu azul.

Borboleta que fugiu de casa. (TM)

Flor parece a gente, pois somos sementes do que ainda virá. (TM)

Você consegue sentir o verde?

De cima da pedra mais alta.

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