quarta-feira, 15 de junho de 2011

Deriva fotográfica do bem.


Depois do silêncio, o que mais se aproxima de expressar o inexprimível é a música. (Aldous Huxley)

Meu trabalho mais que forçado morrendo comigo na mão. (O Mérito e o Monstro, O Teatro Mágico)

Me dê a mão, vamos sair pra ver o sol. (Telegrama, Zeca Baleiro)

Me fiz em mil pedaços pra você juntar. (Quase sem querer, Legião Urbana)

Pela rua, flores e amigos me encontram vestindo o meu melhor sorriso. (Temporada das flores, Leoni)

Liberdade, em filosofia, designa de uma maneira negativa, a ausência de submissão, de servidão e de determinação, isto é, ela qualifica a independência do ser humano. De maneira positiva, liberdade é a autonomia e a espontaneidade de um sujeito racional. Isto é, ela qualifica e constitui a condição dos comportamentos humanos voluntários.

Que falte tudo, menos água e liberdade.



Céu azul é o telhado do mundo inteiro. (Eu não sei na verdade quem eu sou, O Teatro Mágico)

Da semente mais rica nasceram flores do mal. (Flores do mal, Barão Vermelho)

Mais fácil viver de sombras que de sóis. (Minha casa, Zeca Baleiro)

O outro lado da rua.

Fotos do dia 28 de maio, na Deriva fotográfica do bem.

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